Acordei com os primeiros raios de sol atravessando as cortinas e inundando o quarto com uma luz dourada. A brisa que vinha da sacada trazia o perfume das flores do jardim e o som distante dos cavalos no estábulo. Por um instante, permaneci ali, apreciando o silêncio do amanhecer — um luxo raro para alguém acostumado ao ritmo frenético dos desfiles e reuniões da Maison Bianchi, minha rede internacional de lojas de alta-costura.
Desci as escadas e encontrei Hélène já preparando a mesa do café. O