CAPÍTULO CENTO E DEZESSETE — ELE NÃO SE LEMBRA DE MIM.
ELISA RIVER.
Quando o doutor Antunes disse que Victor havia acordado, meu mundo parou.
Foi como se o tempo tivesse suspendido a respiração junto comigo. Meu coração disparou de um jeito tão violento que parecia que iria explodir de felicidade ali mesmo, na sala de espera. Victor estava acordado. Vivo. Consciente, era uma excelente noticia.
Meu Deus… ele havia vencido.
— Ele acordou há pouco — explicou o médico, com a voz serena, profissional. — Está confuso, o que é absolutamente normal depois