Depois do almoço, Matteo decidiu levar Isabella para tomar sorvete.
— A gente pode passar na sorveteria da esquina, Isabella. Aquele sorvete de morango com cobertura, lembra? — ele disse, já abrindo a porta do carro para ela como se fosse um cavalheiro da máfia. E era.
— Siiiim! — ela gritou, empolgada, pulando no banco de trás.
Eu fiquei em silêncio. Sentei ao lado dele, observando pelo retrovisor a menininha sorridente, tagarelando sem parar.
E vi Matteo sorrindo de volta.
Sorrindo de ve