O sétimo dia estava se aproximando como uma sentença. E eu estava cada vez mais sufocada. Matteo, como sempre, parecia perceber que algo me incomodava, mas não fazia perguntas, talvez por respeito, ou porque confiava demais que eu contaria. Mas dessa vez, eu estava calada. Assustada. E protetora como nunca.
Na manhã do sexto dia, o silêncio foi quebrado.
Uma das empregadas bateu na porta do nosso quarto e entrou com um buquê de rosas brancas. Grandes, lindas, delicadas demais para carregar al