Alguns dias se passaram desde que Isabella fez o exame de compatibilidade. Dias longos, pesados, e, ao mesmo tempo, cheios de uma esperança silenciosa que pairava em cada canto da casa.
Na última semana, a quimioterapia começou a deixar suas marcas no corpo da minha filha. O cabelo de Giulia começou a cair em mechas finas no travesseiro e no banho, e foi ela mesma quem pediu para raspar tudo. Disse que queria ser “igual às guerreiras que enfrentam dragões de verdade”.
Isabella chorou escondida