Ainda havia um peso em meu corpo, como se cada músculo pedisse descanso. Mas não era dor — era algo diferente, uma estranha mistura de medo e esperança que eu não conseguia nomear.
Isa e Miguel insistiram para que eu descansasse, mas antes de saírem para o almoço, me colocaram algo nos braços. Não era apenas algo. Era alguém. Uma vida pequena, delicada, frágil… e ao mesmo tempo imensamente forte.
Serena.
O nome ecoou em minha mente como se já estivesse gravado em meu coração. Eu a segurei com c