Estacionei o carro em frente ao prédio antigo onde Giulia morava, o coração acelerado como se fosse a primeira vez que eu fosse vê-las. Eu tinha passado o dia inteiro pensando na pequena e em como, de repente, tudo na minha vida parecia girar em torno dela e de Giulia.
Toquei o interfone, e a voz suave dela respondeu:
— Já estamos descendo!
Alguns minutos depois, a porta do prédio se abriu, e lá estavam elas. Giulia, com os cabelos presos em um coque rápido, carregava a bolsa da bebê no ombro e