Subimos os degraus do prédio antigo, e cada passo parecia mais alto do que o normal. Meu coração batia forte, acelerado, como se estivesse correndo. Giulia parou em frente à porta do apartamento, buscou as chaves na bolsa e me lançou um olhar rápido, quase tímido.
— Eles estão em casa? — perguntei, percebendo a luz por baixo da porta.
— Sim… Isa ficou com a Serena depois do parque. Meu pai saiu para resolver umas coisas, mas deve voltar mais tarde.
Ela abriu a porta, e o cheirinho familiar de c