A claridade da manhã filtrava-se pelas cortinas brancas, suavemente ondulando com a brisa do ar-condicionado. Ashley abriu os olhos lentamente, sentindo um leve peso no corpo — não de dor, mas de cansaço. Seu braço ainda estava com o acesso venoso, e o zumbido de um monitor cardíaco marcava seu compasso de vida.
Ela olhou em volta, os olhos levemente enevoados pela medicação. Viu Philipe ao lado da cama, sorrindo ao notar que ela despertava.
— Ei... — ele disse com