Philipe estava exausto. O trajeto até em casa fora silencioso, mas sua mente fervilhava. Assim que o enfermeiro o ajudou a se acomodar na cama, ele respirou fundo e disse:
— Por favor, pegue meu celular... deve estar na gaveta da cômoda.
O homem assentiu e entregou o aparelho. Philipe o segurou como se fosse uma chave para algo muito maior. Ligou. A tela piscou. Um alerta de chamada perdida de semanas atrás... um número salvo como “Amor”.
Seu coração deu u