MATTEO MANCINI
Um ano havia se passado. Doze meses não apenas no calendário, mas na tapeçaria de nossas vidas, doze meses de descobertas emocionantes, de reaproximação cuidadosa, de um amor familiar que florescia resiliente, em meio às cicatrizes ainda visíveis do passado. Hoje, nossa casa não era apenas um lar; era um epicentro de alegria vibrante, um santuário adornado com balões coloridos que dançavam ao vento suave, fitas reluzentes que espalhavam brilhos pelo ambiente e o irresistível, d