MATTEO MANCINI
O ar estava fresco, carregado com o cheiro suave da relva recém-cortada e o aroma distante das flores do Parco Sempione. O sol começava a se despedir, pintando o céu em tons de laranja que refletiam nas antigas muralhas do Castello Sforzesco. Meu coração batia em um ritmo descompassado, um tamborilar que rivalizava com a grandeza daquele momento. O anel, pesado e real em meu bolso, parecia queimar minha pele.
Eu havia pensado em mil lugares, mas os jardins do castelo, com se