POV: Aruk
O relógio marcava três da manhã quando deixei Ayra dormindo em meu quarto. Ela parecia tão frágil e em paz, a dor em seu rosto finalmente substituída por uma serenidade profunda. Eu a observei por um momento, a promessa silenciosa de protegê-la reverberando em meu coração. Depois, fechei a porta cuidadosamente e me dirigi ao meu escritório.
Gabriel, meu Beta e melhor amigo, já me esperava. Ele se levantou assim que me viu, seus olhos castanhos cheios de preocupação.
— O que aconteceu,