Eles seguiram viagem em silêncio, mas Maya não conseguia conter o encantamento diante das coisas estranhas e belas que via. Seus olhos se arregalaram ao avistar um arranha-céu.
Que tipo de casa longa é essa? ela se perguntou.
Quando um avião passou voando, ela cobriu os ouvidos rapidamente, assustada. Tudo o que ela fazia, a mulher percebia, mas escolhia permanecer em silêncio.
Logo, entraram em uma ampla entrada de veículos, e o queixo de Maya caiu ao ver as frotas de carros estacionados ali.
Essas pessoas têm tantas caixas que se movem sozinhas, pensou.
Então seu olhar pousou sobre a mansão, e sua respiração falhou. Não era nada parecida com a que ela havia visto antes. A de Kane era o céu, mas esta… esta era o paraíso.
“Sinta-se em casa, querida. Esta é sua casa agora”, disse a mulher.
Maya não respondeu. Apenas continuou a encará-la de forma estranha.
“Qual é o seu nome, se me permite perguntar?”, a mulher falou novamente.
“Maya”, ela respondeu baixinho.
“Maya? Nunca ouvi um nome