O trio retornou da caçada, suas presas pendendo das mãos. Camila se separou dos homens e seguiu direto para a cozinha, segurando firmemente dois roedores — um dos quais pretendia dar a Maya.
Lá dentro, as jovens criadas estavam ocupadas preparando a refeição da noite. O olhar afiado de Camila percorreu o ambiente.
— Onde está a governanta? — perguntou, arqueando a sobrancelha com desconfiança.
— Ela foi para os seus aposentos mais cedo, minha senhora. Não a vimos desde então — respondeu uma das garotas, timidamente.
Camila franziu o cenho, girou nos calcanhares e saiu, ainda segurando o roedor.
O que pode estar acontecendo? Estaria doente?
Quando chegou aos aposentos, encontrou apenas Jenna estirada na cama.
— Onde está Maya? — Camila exigiu.
Jenna se endireitou num pulo. — Minha senhora, boa noite. Não a encontrei aqui. Achei que ela pudesse estar com a senhora.
Um arrepio de pavor atravessou o peito de Camila. A garganta se apertou.
Sem dizer mais nada, saiu correndo, os passos acel