A neblina da madrugada cobria a crista da montanha. Os pinheiros lá na frente viravam só vulto. Maia arrastava as botas no cascalho molhado. O corpo pesava inteiro, como se cada passo cobrasse pedágio.
A cada dez passos a cicatriz mordia o peito, no mesmo compasso chato. Lembrete bruto: o laço com Aren tinha arrebentado de vez. A pontada ia fundo, até o osso, mas Maia mantinha o queixo erguido e seguia o rastro fundo das botas de Zarek na terra úmida.
A fogueira da gruta e a mulher que tinha