— Tira a capa e deita nessa esteira.
A voz de Selene vinha firme, sem gritar.
Maia hesitou. A mão agarrou o tecido grosso de pele que Zarek tinha dado. O calor da lareira ia descongelando o braço, mas o corpo inteiro continuava travado.
— Se eu quisesse te fazer mal, garota, não gastava lenha nem erva boa com você.
Selene pegou um pote de barro escuro em cima da mesa de madeira.
Maia olhou pra Zarek. Ele continuava perto da porta, recostado na madeira pesada, braços cruzados, olho amarelo crava