A folha de pergaminho amarelado estava sobre a mesa de carvalho escura. No topo, em tinta preta e letra rebuscada: Declaração Oficial de Falecimento — Maia Valença.
Aren tinha as duas mãos espalmadas sobre o móvel. Os dedos brancos de tanto apertar.
No meio do peito, onde o laço tinha ficado antes da cerimônia, a carne queimava. Repuxava a cada respirada.
A rejeição fora pública, ritual, definitiva. Ele dissera as palavras. Quebrara a linha. Pela lei do Norte, o laço devia ter morrido ali, libe