No Vale Raso, o degelo fala baixo.
Parece inocente — e por isso leva.
Chegaram antes do meio-dia: Helena, Kael, Erynn, Ronan, Sigrid, Marta de Cinza e mais duas dezenas de braços das aldeias.
Brenno Escarlate veio por último, empurrando um trenó de madeira, estandarte morto amarrado ao lado como quem admite o passado sem pedir desculpa adiantada.
— Trouxe corda, andaime, pau de cabra — disse, sério. — E um pedido de ficar no lado certo da história, pelo menos hoje.
Marta não sorriu.
— Hoje