A linha não foi desenhada por mão.
Foi escrita por intenção.
Helena a viu primeiro: um risco pálido, fino como cabelo de gelo, começando na sala das runas e indo, sem pressa, até a porta do quarto de Lyria — por dentro da pedra, como veia nova em corpo antigo.
Encostou a palma na parede.
A runa do entre acendeu devagar, em alerta.
— Ele tenta entrar sem porta — sussurrou.
Erynn chegou com o cajado já vibrando.
— Não é o mar.
— O livro? — Ronan.
— O nome que finge ser barco. — A anciã aper