O amanhecer não trouxe luz.
Apenas um brilho pálido, quase doente, que escorria pelas janelas do castelo como se o próprio céu tivesse desistido de clarear.
O vento soprava constante, uivando entre as torres, e os lobos mantinham-se em silêncio.
Silêncio demais.
Erynn caminhava pelos corredores de pedra, o cajado batendo ritmado no chão.
A cada passo, runas antigas se acendiam sob seus pés e se apagavam logo em seguida — rituais de proteção que já não bastavam.
A fenda crescia, e o Norte sangra