— Sua... Sua filha? — Thalassa piscou, encarando a mulher com as sobrancelhas franzidas de confusão. — Senhora, você está procurando sua filha? É por isso que está vagando sozinha?
Mas suas perguntas pareciam cair em ouvidos surdos. A mulher começou a passar as mãos no rosto, nos braços e até no cabelo de Thalassa.
— É você. É mesmo você. Oh, obrigada, Deus. Eu sabia que você iria trazê-la de volta para mim.
Thalassa estava cada vez mais desconfortável com os toques da mulher, mas isso era