Kris caminhou até o carro em estado de torpor e, ao alcançá-lo, jogou a bolsa com as provas no banco de trás antes de se deixar cair no assento do motorista, agarrando o volante com os nós dos dedos esbranquiçados. As mãos tremiam e a respiração saía trêmula enquanto ligava o motor, encarava o nada à frente e sentia o estômago embrulhar de náusea.
Quando saiu do estacionamento, as ruas passaram diante dele como um borrão, enquanto o coração martelava nos ouvidos, cada batida mais forte e acelera