A manhã nasceu clara demais para a noite que eu tivera.
Quase não dormi. Quando dormi, sonhei com corredores de pedra e um nome que pulsava como um segundo coração. Levantei antes do despertador, tomei um banho rápido e vesti algo simples — vestido claro, sapatos baixos — como se a normalidade pudesse me proteger do que eu sabia que viria.
Encontramos-nos em um café discreto, perto de uma praça silenciosa. Alessandro já estava lá. Em pé. Imóvel. Como se tivesse chegado horas antes.
Quando no