Simon Kaelen
A noite havia engolido o frenesi do primeiro dia. O escritório do CEO, agora meu, estava silencioso, apenas com o zumbido dos servidores e o clique do meu mouse. Havia evitado apresentações para funcionários; não sou um expositor. Minha cabeça latejava com balancetes e projeções financeiras catastróficas. O que quero? Dinheiro, poder.
Me espreguicei na cadeira de couro italiana, sentindo a tensão nos ombros, mas a frustração do dia não era puramente profissional. Ela tinha olhos ne