— Eu… eu casei-me.
A confissão soou estranha naquele lugar. Apertou os dedos contra a pedra.
— Talvez não da forma que imaginavas. — Fez uma pausa, respirou fundo. — Sei que isso podia desiludir-te. — Engoliu em seco. — Mas o meu marido é alguém que me ajuda a respirar quando tudo pesa demais. — A voz tremeu ligeiramente. — Estou a aprender a amá-lo. Devagar. Como consigo.
Houve silêncio. Apenas o vento leve entre as árvores e o som distante da cidade que continuava a viver.
— Prometi que