CAPÍTULO 38

Darya avançou pelo corredor, sentindo o cheiro familiar a madeira polida e flores artificiais. Encontrou Elsa perto da escadaria principal. A governanta abriu um sorriso genuíno, algo raro naquela casa.

— Como foi a tua folga? — perguntou Darya, com suavidade.

— Descansada. Precisava. — Elsa fez uma pausa. — Soube do noivado. Os meus parabéns. O seu pai ficaria muito orgulhoso.

A menção ao pai provocou-lhe um aperto no peito. Um reflexo antigo.

— Talvez — respondeu, sem se alongar. — Onde está a minha mãe?

A expressão de Elsa mudou quase de imediato. Os ombros enrijeceram, o olhar desviou-se por um segundo.

— No quarto. Não acordou bem-disposta. Recomendo cautela.

— E a Bianca? E o Ricardo?

Elsa respirou fundo, como quem decide até onde pode ir sem se comprometer.

— A Bianca foi enviada para França, para casa dos tios paternos. Ouvi dizer… que foi uma exigência da família Mancini. O senhor Ricardo saiu daqui com malas e tudo.

O coração de Darya acelerou ligeiramente. Bianca l
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