Darya avançou pelo corredor, sentindo o cheiro familiar a madeira polida e flores artificiais. Encontrou Elsa perto da escadaria principal. A governanta abriu um sorriso genuíno, algo raro naquela casa.
— Como foi a tua folga? — perguntou Darya, com suavidade.
— Descansada. Precisava. — Elsa fez uma pausa. — Soube do noivado. Os meus parabéns. O seu pai ficaria muito orgulhoso.
A menção ao pai provocou-lhe um aperto no peito. Um reflexo antigo.
— Talvez — respondeu, sem se alongar. — Onde es