O silêncio que se seguiu não foi confortável. Ariella juntou as mãos à frente do corpo, num gesto que denunciava uma tensão pouco habitual nela.
— Mas eu estava lá — insistiu, mais baixo. — E não fiz nada.
Darya soltou um suspiro contido, desviando o olhar por um momento antes de voltar a focar-se nela.
— E o que é que querias fazer? — perguntou, desta vez sem dureza, mas com uma honestidade mais crua. — Travá-lo? Naquele estado? O Matteo é instável.
Ariella não respondeu imediatamente. Baixou