Ponto de Vista: Leonardo
Acordei com a claridade filtrada pelas cortinas do quarto da Maya e, por um segundo, esqueci de quem eu era. O cheiro de sabonete de coco e a pele macia dela contra o meu braço eram a única realidade que eu queria aceitar. Ficamos ali, em um emaranhado de lençóis, trocando beijos preguiçosos e carícias que ainda carregavam o rastro da noite anterior. Cada vez que ela sorria entre um beijo e outro, meu estômago dava um nó — do tipo bom.
— Você precisa ir... — ela murmuro