Ponto de Vista: Maya
Eu me sentia leve. Enquanto caminhávamos de volta para a pousada com as roupas coladas ao corpo pela água do mar, eu sentia como se tivesse deixado um fantasma para trás, lá no fundo do oceano. Falar sobre o que aconteceu na minha cidade nunca foi fácil, mas com o Leo foi... natural.
O que mais me tocou não foi apenas o abraço dele, mas o que ele não fez. Ele não perguntou se a foto era real. Ele não hesitou, não me olhou com aquele julgamento disfarçado de curiosidade que