Ponto de Vista: Maya
A noite em São Paulo tinha sido um turbilhão, mas o retorno para o Recanto da Maré foi como recuperar o fôlego depois de um mergulho profundo. Naquela noite, não queríamos saber de luxo, de mármore ou de vinhos caros. Queríamos o que era nosso. Fizemos um balde gigante de pipoca, nos embolamos debaixo de um edredom gasto e assistimos a um filme qualquer na TV, o som da chuva batendo no telhado fazendo o contraponto perfeito para os diálogos da tela.
Ali, o Leo não era o ast