EULÁLIA
Minhas pernas fraquejaram quando sua mão deslizou entre minhas coxas, encontrando o ponto exato que me fazia perder o fôlego. Sua respiração pesada contra minha nuca misturava-se aos suspiros que eu tentava conter. Estávamos em um lugar aberto demais, mas nem isso parecia importar.
“A noite está escura.” Foi o que pensei para explicar a mim mesma o motivo de não estar envergonhada.
No entanto, a luz do quarto ainda estava acesa, então, se alguém estivesse em uma montanha ao longe com um