EULÁLIA
— Se eu quisesse matá-la, já teria feito. Sem mais delongas.
— E por que não fez? — Escolhi algo para comer.
— Porque ainda não sei se prefiro vê-la viva ou morta. Ou apenas fora dos limites deste castelo — respondeu com naturalidade.
Aquilo não me ofendeu. Na verdade, fez minha curiosidade aflorar.
— E eu nem poderia querer — murmurou.
“Então eu tenho mesmo um pouco de influência sobre ele.”
Ele virou-se de costas, como se a conversa estivesse encerrada. E, por um instante, p