EULÁLIA
Naquela manhã, alguém bateu na minha porta. No fundo, desejei que fosse Wulfric, por isso fui ao encontro dela com certa ansiedade, dando passos apressados até.
— Seu desjejum. — Desta vez não era loba nenhuma, não era empregada ou encarregado.
Os olhos verdes dele me deixaram desconfortável com a intensidade com que me olhou.
— Beta…
Ele sorriu, adentrando o quarto como se fosse seu.
— Se me der licença…
“Mesmo se não desse, você entraria, não é?” penso, enquanto espiava pelo