Alena Petrova
Meu corpo ainda tremia.
As pernas pareciam feitas de gelatina quando me deixei escorregar até o chão, encostada na parede do quarto dele. A mesma que ele tinha acabado de atravessar com aquele andar confiante, como se não tivesse acabado de virar meu mundo de cabeça para baixo.
O coração batia tão forte que eu podia ouvi-lo.
A respiração vinha curta, rápida, desesperada.
Eu tinha acabado de... de… tinha até medo de pensar na palavra do que acabou de acontecer comigo.
Meus dedos tr