Alena Petrova
Acordei com o despertador da Ilya tocando uma música pop qualquer. Ela se esticou na cama como um gato preguiçoso, murmurando alguma coisa que não entendi, antes de desligar o celular. O quarto ainda estava meio escuro, mas já dava para perceber que o sol estava nascendo lá fora.
— Levanta, freirinha. — ela falou, esfregando os olhos. — Hoje você vai comigo de novo.
Virei o rosto para ela, meio incrédula.
— Você está brincando, né? Depois de ontem? Seu irmão vai surtar.
Ela soltou