Alena Petrova
Depois que Mikhail saiu, com aquele sorrisinho de canto que parecia queimar mais do que qualquer outra coisa dita naquela noite, eu e Ilya ficamos em silêncio por um momento.
Sentei novamente à mesa e fiquei mexendo na taça de água, que estava bem ao lado da taça de vinho, o rosto ainda quente. Era como se o ar ao meu redor tivesse mudado. Mikhail tinha ido embora, mas parecia que o cheiro dele ainda estava no ambiente. Forte, penetrante.
— Então... — Ilya puxou conversa, se jogan