Comparado ao explosivo Francisco, Eduardo permaneceu completamente calmo, observando o punho dele prestes a acertar seu rosto.
Mas, no fim, o soco não atingiu Eduardo. Gustavo o interceptou.
Com um aperto firme, Gustavo quase quebrou a mão de Francisco, que gritou de dor enquanto tentava se soltar. Sem demonstrar qualquer emoção, Gustavo o lançou para o lado e olhou de relance para Eduardo, como se estivesse ordenando que ele falasse.
— Fale.
— Sempre direto ao ponto, Gustavo. Diferente do Franc