Francisco não parava de falar, tagarelando sem parar, e Eduardo, que estava prestes a abrir a boca, percebeu algo: Gustavo franziu ligeiramente a testa e apertou a mandíbula. Parecia que alguma palavra tinha atingido um ponto sensível.
Os irmãos passavam tanto tempo juntos em Nova York que Eduardo conhecia Gustavo como a palma da mão. Mesmo que alguém apontasse uma arma para a cabeça de Gustavo, ele não demonstraria nenhuma reação.
Mas, uma semana atrás, na noite em que foram ao hospital visitar