Quando tudo finalmente se acalmou, os ouvidos de Mônica zumbiam incessantemente. Seu ombro direito doía intensamente, e havia um gosto metálico na garganta. Antes que pudesse controlar, vomitou sangue.
Quando conseguiu abrir os olhos, sentiu um peso esmagador sobre si. Era como se alguém estivesse deitado sobre ela.
Rubem, no momento crítico, havia soltado o cinto de segurança para protegê-la, jogando-se por cima dela. O vidro do para-brisa havia se estilhaçado em suas costas, cravando-se profun