Eu entrei no meu carro com o corpo inteiro tremendo, como se cada fibra da minha pele estivesse em um frenesi que eu não conseguia controlar.
As mãos mal conseguiam segurar o volante, elas tremiam tanto que parecia que o carro inteiro estava se movendo dentro de mim.
Meu coração batia descompassado, martelando contra as costelas como se quisesse escapar do meu peito. Eu me sentei ali, paralisada por uma mistura de desespero e culpa, e, de repente, comecei a golpear o volante com força, cada b