Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV Victor Vance
A escuridão do quarto de hóspedes na ala oeste já não era total. Uma fresta estreita e pálida de luz cinzenta conseguia penetrar pela junção das cortinas blecaute, cortando a penumbra como a lâmina de uma faca. O relógio digital sobre a escrivaninha arruinada marcava seis e quatorze da manhã. As nossas setenta e duas horas haviam acabado. O mundo real, com a sua política asquerosa, as suas alianças frágeis e a mentira que crescia no andar de baixo, estava






