Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV: Victor Vance
O ar naquela suíte carregava o cheiro de lavanda e o perfume inconfundível de Katerina, uma mistura que, para mim, era o único sinal de que eu ainda possuía uma alma. Eu estava parado diante da janela, observando o movimento dos guardas no perímetro. Eles não sabiam, mas cada um deles ali era uma extensão da minha vontade, uma engrenagem que eu lubrificava com o medo alheio. Eu era o Don do Passado, o homem que construíra um império sobre o silêncio e a bruta






