POV: Katerina Sokolov
A luz da manhã filtrava-se pelas cortinas pesadas da suíte, desenhando padrões dourados sobre o lençol de linho. Pela primeira vez em meses, o silêncio não me trazia o peso da sobrevivência ou o medo de uma emboscada; ele trazia apenas o som rítmico da respiração de Thomas.
Eu estava sentada na poltrona de veludo, acomodando o pequeno Thomas em meus braços. Sentir o peso dele contra o meu corpo era a âncora que eu nunca soube que precisava. Enquanto ele se alimentava,