O som dos pneus no cascalho parou abruptamente. Helena, Gabriel e Bia V. trocaram olhares rápidos. Gabriel instintivamente se posicionou à frente de Helena, ignorando a dor no braço ferido. Ele pegou uma barra de ferro que usava para ajustar as maquetes; não era muito, mas era o que ele tinha.
— Bia, se a porta for forçada, envia tudo para a nuvem e para os e-mails da Dra. Valéria e do Ministério Público. Agora! — ordenou Helena.
A porta pesada do galpão não foi forçada. Em vez disso, houve