No quarto, Tina estava deitada, luz apagada, cobertor puxado até o nariz.
Assim que a porta abriu.
— Mel… Murmurou, sem abrir os olhos. — Quero ficar sozinha. E no escuro.
— Pena que eu não sou a Mel.
O coração de Tina quase saiu pela boca.
Ela puxou o cobertor do rosto e piscou contra a claridade. Por um segundo, achou que ainda estava sonhando. Então viu o buquê.
Mutilado.
Nenhuma alucinação teria coragem de matar flores daquele jeito.
— O que você está fazendo aqui, Máximo?!
— Vim ver como v