Máximo Sforza, o temido, o impecável, o homem que só usava terno até para respirar, estava parado na calçada às 6h da manhã de sábado, usando… um short.
Sim. SHORT.
E uma camiseta polo azul-marinho que devia ter uns dez anos, porque ele nem se lembrava de tê-la comprado.
Ele respirou fundo.
— Ridículo… Murmurou, ajeitando o relógio no pulso. — Completamente ridículo.
Mas ficou ali mesmo assim, plantado na entrada do prédio de Tina, como se fosse um adolescente esperando a menina do colégio sai