É só uma gincana

Quando chegaram à casa de Tina, Melinda saiu correndo, os cabelos balançando.

— MAMÃE! Ela abraçou Tina quase a derrubando, depois olhou para Máximo e arregalou os olhos. — Nossa… você está um gato de short. Deveria se vestir assim mais vezes. Não que seu terno não seja bonito, mas… assim está melhor, parece mais humano.

Máximo ficou vermelho. Tina quase morreu de rir.

— Melinda! Ela a repreendeu, mas já rindo também.

A menina deu de ombros.

— É verdade. Ah! E mãe, lembra que hoje tem gincana da escola. A gente prometeu ajudar nas barracas.

Tina suspirou e virou-se para Máximo.

— Então… você me trouxe até aqui. Obrigada. Agora pode voltar para sua vida civilizada. Tenho uma gincana para participar.

Ele cruzou os braços, tão firme quanto teimoso.

— Não. Eu fico.

— Máximo… é uma gincana escolar.

— E eu sou plenamente capaz de lidar com crianças competitivas, mães animadas e barracas de comida. Ele levantou o queixo. — Não vou te deixar sozinha.

Tina piscou, surpresa com a determinação d
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