O sol já ameaçava nascer quando Tina percebeu haverem falhado miseravelmente ao dormir.
Na verdade, falhado não era bem a palavra. Haviam ignorado completamente essa possibilidade.
O quarto ainda estava envolto naquele silêncio quente de madrugada que só existe após conversas sussurradas, risadas abafadas e decisões que começam com “só mais um pouco” e terminam com “já clareou?”.
Tina estava deitada de lado, parcialmente coberta, cabeça apoiada no peito de Máximo, ouvindo o coração dele bater n