Lucila sentia o tempo escorrer lento e pesado ao seu redor, como se cada segundo se arrastasse tortuosamente. Sentada na beira da cama, segurando a pequena mão febril de Olavo entre as suas, ela não piscava, não conseguia nem pensar direito.
Seu corpo inteiro estava em alerta, como se qualquer movimento seu pudesse piorar a condição do menino. Sabia que pensar assim era uma besteira, mas era assim que se sentia nesse momento.
O termômetro estava sob o bracinho magro dele, e mesmo que a tela